Arquivo da Categoria "Isto é Pernambuco"

Bonito ( Pernambuco)

17 de maio de 2016 | 13:52

Bonito é um município brasileiro do estado de Pernambuco. O município é constituído de 3 distritos: Estreito do Norte, Alto Bonito e Bem-te-vi.

História

O território do município de Bonito era, até o final do século XVIII, totalmente coberto de imensas florestas e situava-se na área abrangida pelo célebre Quilombo dos Palmares. A beleza do local deu à cidade o nome de Bonito. O município foi batizado por caçadores, vindos do povoado de São José dos Bezerros, que percorriam as florestas e deparavam-se com belos riachos de águas límpidas.

Em 1812 foi edificada a Matriz de Nossa Senhora da Conceição – padroeira da cidade – tendo contribuído para a povoação local.
Bonito foi palco de diversas revoltas que terminaram na morte de muitos habitantes do município. Em 19 de dezembro de 1874, ocorreu a invasão denominada Revolta do Quebra-Quilos. A revolta deu-se devido à alteração do antigo sistema de pesos e medidas para as unidades de metro, centímetro e quilo, de acordo com a Lei Imperial nº1157, de 1862. O mesmo local, nos fins de 1819, no governo Luiz do Rego, foi palco da grande matança dos habitantes da Serra do Rodeador (comunidade pertencente, hoje, ao município), a qual D. Pedro I, em seu manifesto aos brasileiros, assim se exprimiu: “Pernambucanos, lembrai-vos das fogueiras do Bonito”.

O caso messiânico do Rodeador, liderado pelo ex-soldado do 12º Batalhão de Milícias de Alagoas, Silvestre José dos Santos, assim como outros movimentos que unem interesses religiosos à esperança da saída da miséria, foi abafado com sangue. Silvestre pregava o Sebastianismo – uma forma de messianismo em Portugal. Os seguidores acreditavam na volta de D. Sebastião, que não teria morrido na África, na batalha de Alcácer-Quibir. A cidade foi emancipada pelo Dr. Lucas Elias Arcelino Santos e o Dr. Rafael de Albuquerque Chagas em 3 de julho de 1895.

Geografia

De acordo com o Censo feito pelo IBGE em 2014, o município possui uma população de aproximadamente 38.000 habitantes. Sua área territorial é de 400 km².
Bonito localiza-se na unidade geoambiental das Superfícies Retrabalhadas que compõem o mar de morros que antecede o Planalto da Borborema. A vegetação predominante é a Floresta subperenifólia, com partes de Floresta hipoxerófila.
O município de Bonito está nos domínios das Bacias Hidrográficas dos Rios Una e Sirinhaém. Tem como principais tributários o Rio da Prata e o Riacho Mulambo, além do açude da Prata, com capacidade de acumulação de 40.000.000 m³. Bonito, também, é caracterizado por seus extensos vales e seus grandes planaltos.

Turismo

É bastante conhecido como destino turístico, por apresentar cachoeiras de tamanhos e intensidades variadas. Estas, eleitas recentemente, uma das 7 maravilhas de Pernambuco.
Encontra-se próximo às suas cachoeiras diversas pousadas e hotéis-fazenda, assim como áreas de camping, recebendo turistas de todo o país. Ainda existe a associação de guias da cidade, responsáveis pela orientação sobre trilhas por toda a região, seja para trekking, rapel ou outros esportes.
Muitos grupos de ciclismo do estado também realizam trilhas regulares por entre suas cachoeiras, como Venture Bikers, grupo voltado para o esporte não-competitivo.
O Turismo Rural também é muito forte em Bonito, entre as opções de hospedagem está o Hotel Fazenda Água Branca.

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Porto de Galinhas

26 de abril de 2016 | 14:15

Porto de Galinhas é uma praia localizada no município de  Ipojuca, no estado de Pernambuco, no Brasl. A região possui piscinas de águas claras e mornas formadas entre corais, alem de estuários, mangues, areia branca e coqueirais. Toda a região é muito frequentada por turistas e surfistas de diversas nacionalidades, sendo eleita pela revista Viagem e Turismo, da Editora Abril, como a “Melhor Praia do Brasil” por 10 vezes consecutivas.

História

Inicialmente, a praia era chamada de Porto Rico, devido à sua abundância em pau-brasil. No auge da escravidão no Brasil, era o principal ponto de comércio de escravos ilegais no nordeste brasileiro. Muitas vezes, os mesmos chegavam escondidos embaixo de engradados de galinhas-d’angola. A chegada dos escravos ilegais ao porto costumava ser anunciada pela frase tem galinha nova no porto! Desta forma, a praia de Porto Rico ficou conhecida como Porto de Galinhas. A partir do início da década de 1990, tornou-se um polo turístico. Isto gerou danos à vida marinha na região, obrigando o controle da atividade dos turistas a partir de 2014.pg01

 

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Itambé – Pernambuco

19 de abril de 2016 | 14:33

Itambé é um município da Zona da Mata Pernambucana, no estado de Pernambuco, no Brasil. O município é formado pela sede e pelos distritos de Ibiranga , Caricé e Quebec. Sua população é estimada em 36 126 habitantes.

A palavra “itambé” é de origem tupi e significa “pedra afiada”, através da junção de i’tá (pedra) e aim’bé (afiada).

As terras onde hoje se situa o Município de Itambé foram primitivamente habitadas pelos índios cariris. Não se conhece, com precisão, a data das primeiras penetrações de não índios nem a da radicação dos primeiros colonos não índios. Sabe-se, entretanto, que, nos fins do século XVI, começaram a chegar correntes de povoamento constituídas de portugueses e de mazombos.

André Vidal de Negreiros, um dos heróis da expulsão dos holandeses de Pernambuco, erigiu uma capela sob a invocação de Nossa Senhora do Desterro, no lugar conhecido como Itambé, assim denominado em virtude da grande quantidade de calhaus avermelhados que, em choque uns com os outros, produziam faíscas. Há quem atribua a preferência do guerreiro a voto feito para que fossem desterrados os invasores da pátria. Doou ele, para patrimônio da igreja, todo o terreno da futura freguesia, gravando, também, o Engenho Novo de Goiana e de Palha, além de várias fazendas de gado, com extensão superior a 120 quilômetros.

A doação foi confirmada pelo alvará de janeiro de 1681, que concedia, ao administrador e a seus sucessores, a graça de nomear o pároco da freguesia. Essa concessão consta, também, da Carta de Apresentação passada, em Lisboa, pela Mesa de Consciência e Ordens no dia 2 de outubro de 1746. A eleição simples do pároco passou, mais tarde, a ser atribuição da Casa de Misericórdia de Lisboa, dependendo, apenas, de aprovação régia.

O desenvolvimento político e cultural acompanhou o desenvolvimento econômico. De 1797 a 1801, funcionou o Areópago, onde o doutor Arruda Câmara fazia propaganda dos ideais da Revolução Francesa. Em 1874, teve lugar a rebelião de matutos, conhecida por Quebra Quilos, que culminou com a invasão de Itambé pelos insurretos, no dia 30 de novembro.

Grande fator para o desenvolvimento do lugar foi, sem dúvida, a exportação das chamadas pedras de fogo a fim de serem transformadas em pequenas lâminas, posteriormente utilizadas em armas de fogo.

Com a denominação de Itambé, foi criado o distrito por força da Carta Régia de 6 de janeiro de 1789. Segundo outra fonte, o distrito deve sua criação à Lei Provincial 1 055, de 6 de junho de 1872. A Lei Provincial 720, de 20 de maio de 1867, criou o Município de Itambé com território desmembrado dos de Goiana e Nazaré. A instalação se verificou a 1º ou 10 de fevereiro de 1868. Em virtude da Lei Provincial 1 318, de 4 de fevereiro de 1879, a sede municipal recebeu foros de cidade.

Por efeito do Decreto-Lei Estadual 235, de 9 de dezembro de 1938, o município e o distrito de Itambé tiveram seus topônimos simplificados para També. Por ocasião do Recenseamento Geral de 1960 compunha-se de 5 distritos: També (sede), Camutanga, Caricé, Ibiranga e Ferreiros, este último criado em 1948, com parte do distrito de Camutanga. De acordo com as leis estaduais 4 940 e 4 953, ambas de 20 de dezembro de 1963, foram emancipados os distritos de Camutanga e Ferreiros. Assim, o município está constituído, hoje, de 3 distritos: També (sede), Caricé e Ibiranga.

Pela Lei Estadual 7 006, de 2 de dezembro de 1975, o município de També voltou a denominar-se Itambé.

Hoje, o município é composto por Itambé (sede) e os distritos de Ibiranga, Caricé e Quebec.

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Jaqueira (Pernambuco)

13 de abril de 2016 | 20:41

História

O povoado surgiu a partir de um ponto de parada dos almocreves, que eram os homens que transportavam cargas em animais para abastecer de gêneros alimentícios, vestuário e outras mercadorias para povoados, vilas e cidades da região entre a localidade de Una (hoje Palmares) e a  Lagoa dos Gatos, que era um centro abastecedor. Tal parada devia-se a duas jaqueiras que ofereciam uma boa sombra e tornou-se ponto de encontro entre os almocreves, gerando um pequeno comércio no local. A partir daí, surgiram as primeiras residências, durante o século XIX.

A estação ferroviária em Jaqueira foi inaugurada em 28 de setembro 1883, o que integrou a vila ao litoral em Recife. Pela ferrovia a cidade passou a ser abastecida, bem como era escoada a produção de açúcar das usinas da região.

O distrito foi criado em 17 de dezembro de 1904, com o nome de colônia Isabel, subordinado ao município de Palmas. Em 1911, passa a denominar-se Jaqueira e está subordinado ao município de Palmares. Em 1933 passa à jurisdição do município de Marraial. O município foi criado em 28 de setembro de 1995 e instalado em 1 de janeiro de 1997. É constituído pelo distrito sede.

Geografia

Localiza-se a uma latitude 08º43’36” sul e a uma longitude 35º47’36” oeste, estando a uma altitude de 0 metros. Sua população estimada em 2007 era de 12.618 habitantes. Possui uma área de 89 km².

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Floresta – Pernambuco

5 de abril de 2016 | 14:03

Floresta é um município brasileiro do estado de Pernambuco, distante 433 km da Capital Pernambucana, Recife. O município é o ponto de partida do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco.

História

A região era primitivamente ocupada por uma aldeia indígena, catequizada pelas primeiras missões dos jesuítas e capuchinhos franceses. Floresta teve início no século XVIII nas fazendas Curralinho e Paus Pretos, mas foi na Fazenda Grande, à margem direita do Rio Pajeú, que teve início a povoação de Floresta. Na segunda metade do século XVIII, a fazenda servia de curral temporário para o gado que vinha da Bahia abastecer os engenhos de açúcar pernambucanos.

Em torno do oratório particular, erguido em 1777, que viria a ser depois a Capela do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, surgiu o povoado de Fazenda Grande. Os proprietários da Fazenda Grande, e sua esposa D. Joana de Souza Silveira, doaram suas terras ao Bom Jesus dos Aflitos, em 1778, no cartório de notas da Fazenda Riacho do Navio. A proximidade com os Rios Pajeú, São Francisco e o Riacho do Navio aliada ao espírito de cristandade atraíram o povo para o local. Em poucos anos, o povoado de Fazenda Grande foi elevado à categoria de Vila em 31 de março de 1846, por meio de projeto que se tornou Lei Provincial n° 153, apresentado pelo representante de Flores, município também banhado pelo Rio Pajeú, do qual foi desmembrado.

Em 1849, como sanção por sua participação ativa na Revolução Praieira, a Vila da Floresta foi incorporada ao povoado de Tacaratu, contudo, em 1864, o Termo da Comarca foi restaurado.

Ainda como vila, e com o advento de República, Floresta teve como o primeiro prefeito o Tenente-coronel Fausto Serafim de Souza Ferraz, que assumiu em 1892. Em 20 de junho de 1907, através de Lei estadual n°867, foi elevada à categoria de cidade. Após quatro dias foi criada a “Sociedade Progressista Arborizadora” pelos florestanos João Gomes Barbosa e Alfredo Barros, tendo sido Joao Gomes Barbosa identificado por Álvaro Ferraz em seu livro comemorativo do cinquentenário da cidade como o Pai dos Tamarindos.

Em 1897 foi construída a Igreja Matriz, onde hoje é a Catedral do Bom Jesus, e para lá foi transferida a imagem do Padroeiro, ficando a igreja primitiva, monumento de História e de Fé, sob o patrocínio de Nossa Senhora do Rosário. Floresta foi sede da Primeira Diocese do Sertão Nordestino, criada em 1910 compunha-se de 18 paróquias: Exu, Ouricuri, Petrolina, Granito, Leopoldina (atual Parnamirim), Salgueiro, Boa Vista, Cabrobó, Belém do São Francisco, Floresta, Vila Bela (atual Serra Talhada), Belmonte, São José do Egito, Triunfo, Flores, Afogados da Ingazeira, Alagoa de Baixo (atual Sertânia) e Tacaratu. o 1° bispado sertanejo, foi exercido por D. Augusto Álvaro da Silva (Cardeal Primaz da Bahia) de 29 de novembro de 1911 a 8 de setembro de 1915.

O município de Floresta figura proeminentemente no Estado de Pernambuco pela sua liderança no tamanho de seu rebanho de caprinos e ovinos (um dos maiores do País). Floresta também e um dos maiores produtores de tomate, melancia.

Hidrografia

O município está inserido na bacia do Rio São Francisco e do Rio Pajeú. Seus principais riachos são: do Capim Grosso, da Lagoinha, do Navio, das Porteiras, do Papagaio, do Toco, da Pedra Branca, da Salina, Poço da Areia, da Travessa, da Várzea, do Carcarazeiro, do Mari, do Sagüim, do Espírito Santo, da Volta, do Espinho, do Salgueiro, Cachoeira, das Areias, Poço do Sal, da Estrada, do Açude, do Defunto, Paratibe, da Caraíba, do Tigre, do Piador, Fundo, da Manga, do Campo Grande, do Mundo Sombrio, Morro dAgulha, Laje Grande, da Favela, dos Pereiros, dos Caldeirões, do Manoel Creonte, do Saco Grande, do Zé Luís, dos Mandantes, da Salina, do Serrote do Boi, do Brocotó, da Malhada Vermelha, do Cardan, do Zé Teixeira, Poço dos Cavalos, de Baixo, do Hercílio, do Velho Cazuza, da Ema, da Ipueira, da Pedra do Carro, do Lucas, do Capim, da Barra, Poço do meio, dos Pocinhos, do Coxo, da Cachoeira, Vira Mão, dos Camarões, Saco da Serra, Nojo, do Tapuio, dos Três Umbuzeiros, Queimado, da Cachoeira Grande, Quebra-Unha, do Gato, do Miguel, do Pai João, do Muquém, da Mucunã, do Pau Forte, São Gonçalo, Barra da Forquilha, Caldeirãozinho, do Poço do Boi, da Rancharia, Caldeirão do Angico, do Iço, da Caneta, da Vargem, do Navio, do Papagaio, da Imboecica, da Macambira, do Mandacaru, Caetano, da Prata, do Soldado e do Olho d’ Água.

Os principais corpos de acumulação são: os açudes Barra do Juá (71.474.000m³) e Quebra Unha(3.190.000m³) e as lagoas: da Malhada Vermelha, do Pedrosa, do Boi Bravo, dos Paus Pretos, da Volta, da Quixabeira, da Gangorra, do Bagaço, da Varginha, Luís Jorge, da Pedra, dos Pinhões, da Garota, do Soca, da Palha, do Espinho, das Abertas, do Pão Chato, do Curral, do Junco, do Papagaio, do Juazeirinho, do Canonge, do Angico, das Marias Pretas, das Contendas, do Defunto, do Pé de Serrote, de Fora, do Sapateiro e das Areias.

Clima

O clima do município é o clima semiárido, do tipo Bsh. Os verões são quentes e úmidos, é neste período em que praticamente quase toda chuva do ano cai. Os invernos são mornos e secos, com a diminuição de chuvas; as mínimas podem chegar a 15 °C. As primaveras são muito quentes e secas, com temperaturas muito altas, que em que algumas ocasiões podem até ultrapassar os 40 °C.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1975, a temperatura mínima absoluta registrada em Floresta foi de 8 °C em 19 de julho de 1967, e a maior atingiu 40 °C em 29 de outubro de 1963 e 18 de novembro de 1965. O maior acumulado de precipitação registrado em 24 horas foi de 157,5 mm em 7 de outubro de 1970. Outros grandes acumulados foram 139,1 mm em 25 de março de 1975, 129,7 mm em 20 de janeiro de 1974, 126 mm em 4 de abril de 1977, 117,7 mm em 23 de abril de 1962, 117 mm em 29 de janeiro de 1985, 112,5 mm em 28 de dezembro de 1985, 102,5 mm em 27 de março de 1983 e 100,6 mm em 27 de dezembro de 1967. O menor índice de umidade relativa do ar foi de 17% em 25 de outubro de 1974.

Cultura

No artesanato, destaque para o crochê, bordados, renda de bilro, tecelagem e couro.

Na cultura popular, destaca-se o bairro do Vulcão, pois é o bairro mais cultural de Floresta e região. No mesmo, podemos encontrar o Maracatu Afrobatuque, Afoxé Filhos de N’Zambi e o Grupo Dandara. No Vulcão deu-se origem a uma das bandas de Pífano mais renomadas da cidade, cujo principal integrante foi Elias de Flora, que em sua homenagem foi nomeada uma das ruas do bairro. Ainda no mesmo, temos um dos maiores sanfoneiros de Floresta, Pedro Euzébio. Na rua Eloi Torres de Barros (Bairro do Vulcão), se encontra a sede do Instituto Cultural Raízes, ONG que realiza as atividades em prol da cultura e do esporte.

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